Governo paga em julho auxílio-fardamento para militares

  

 
 
A partir de julho, o auxílio-fardamento será pago no contracheque dos servidores militares do Pará. A medida foi anunciada pelo governo do Estado em reunião realizada na quarta-feira (21), na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). Da reunião participaram representantes da Secretaria de Estado de Administração (Sead), Polícia Militar, Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Associações da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
 
 
O auxílio-fardamento, que contempla os militares estaduais, PM e BM (cabos e soldados) será pago pelo Governo do Estado, equivalente a um soldo da respectiva graduação. Dessa forma, o primeiro auxílio-fardamento vai ser pago no mês de julho de 2012 e o segundo, também equivalente a um soldo, no mês de novembro, conforme informações da secretária de Estado de Administração, Alice Viana. O auxílio-fardamento totaliza mais R$ 16 milhões nas despesas do Estado.
 
A definição do pagamento do auxílio-fardamento foi o assunto tratado na reunião. Logo no início do encontro, a secretária Alice Viana reafirmou o empenho do governo em honrar o compromisso de incorporar ao salário o pagamento do auxílio-fardamento, equivalente a um soldo, ainda em 2012.
 
 
“Tudo o que vem sendo feito até agora é um demonstração clara de que o governo está cumprindo os compromissos assumidos com a segurança pública do Estado. Com isso os resultados são vistos na prática, a partir dos acordos legalmente feitos nas mesas de negociação”, frisou Alice Viana.
 
Interiorização - No dia 19 de abril, o governo do Estado se reunirá novamente com representantes da área de segurança pública, para tratar sobre o pagamento de interiorização e outros itens constantes da pauta de negociações com a área de segurança.
 
Alice Viana informou que o Estado já está fazendo um levantamento da situação individual de cada um dos militares que trabalham em municípios do interior, a fim de identificar também os valores retroativos e negociar a melhor forma de pagamento.
 
Segundo a secretária, os estudos ainda não foram concluídos devido à complexidade da questão, uma vez os sistemas utilizados atualmente não informam com rapidez a movimentação de pessoal e o número de processos em tramitação na Procuradoria Geral do Estado.
 
“As negociações só poderão continuar quando tivermos o conhecimento do impacto financeiro que este adicional vai gerar para o Estado. A ideia, até agora, é que possamos ter um projeto de lei que estabeleça um determinado percentual e a forma como ele será tratado”, concluiu Alice Viana.
 
 
Ascom/Sead
Fotos: Ascom/Sead
 
 
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